Paulo Rebelo tem 30 anos e quando acabou o curso de gestão na Faculdade de Economia da Universidade do Porto optou por não aceitar qualquer proposta de emprego que teve porque nenhuma delas conseguia pagar o que já ganhava com o que tirava com as apostas que fazia.

Hoje tem uma casa no Porto, outra em Madrid e uma outra ainda em Londres e dá-se ao luxo de passear de Ferrari 355, tudo com o que ganhou nas apostas. No entanto, Paulo faz parte da fatia de jogadores que invoca e transporta conhecimento científico para o que faz para ganhar a vida.

“Não decidi de um dia para o outro ser profissional. Fui ganhando dinheiro de forma cada vez mais consistente até poder fazer essa opção. Como trabalhamos com probabilidades e fazemos apostas com valor, testamos hipóteses e teorias para poder apostar com o menor risco possível”, afirmou na apresentação do se livro Ganhar com as Apostas Desportivas, que decorreu esta quarta-feira, na Bertrand do Chiado, em Lisboa. A verdadeira explicação para o seu sucesso, Paulo deu-a mais tarde: “ As minhas grandes apostas são em tempo real, nas mais-valias de vendas das apostas que faço durante o jogo. Numa bolsa de apostas, que funciona exatamente da mesma maneira como uma bolsa de ações, como o PSI-20 ou a Euronext.”

No seu livro, Paulo Rebelo dá truques e dicas para quem quer experimentar as apostas e alerta logo desde o início: não imponha objectivos ou quantifica os ganhos desejados. É meio-caminho para grandes desilusões. Em relação à possível boa entrada de Portugal no Euro, o jogo com a Alemanha não ajuda. “As perspetivas não são as melhores, mas se há coisa que Portugal tem melhor é a facilidade de marcar golos de bola corrida”, adiantou. Fica a dica…

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