Utilizando o Dutching e Bookmaking antes dos mercados entrarem In-Play é possível tirar partido de mercados desajustados.

Embora a rentabilidade por cada série de apostas correspondidas seja normalmente inferior ao Back/Lay tradicional o risco inerente é bastante menor. Porém, a principal vantagem de utilizar o Dutching e Bookmaking em pré-Live reside na rapidez em que as apostas tendem a ser correspondidas (relativamente ao Back/Lay tradicional).
Isto permite ter de novo todo o montante da banca disponível (mesmo antes do jogo estar concluído), voltar ao mercado (no mesmo ou noutro jogo) e aplicar de novo o capital. Adicionalmente, no caso de estarem reunidas as condições para se poder apostar de novo no mesmo jogo, os ganhos obtidos em séries de apostas anteriores estão desde logo disponíveis para serem novamente apostados nesse mesmo jogo o que faz “alavancar” a capacidade inicial para apostar.

Esclarecimentos a dúvidas que foram surgindo:

P: “Que critérios são normalmente usados para ver se um mercado está ou não desajustado?” [chatov]

R: O critério usado no vídeo é o mais simples de todos e apenas segue a lógica da oferta e da procura.

Considerei ser um mercado desajustado porque foi possível colocar apostas, cada uma com montantes inferiores ao Back e Lay imediatamente subsequentes e conseguir um Book abaixo dos 100%. Ou seja, segundo a primeira regra de qualquer mercado financeiro, a oferta e procura, as odds que colocamos têm grande probabilidade de ser correspondidas.

Há formas mais elaboradas para calcular se um mercado está desajustado como recorrendo a correlações, intervalos de confiança, comparações com outos bookies etc.

P: “Nem sempre compensa usar SÓ o D&B!”

R: Há mercados onde o Back/Lay é o mais recomendado e o D&B não se aplica de todo.

E há mercados onde o D&B é o mais recomendado em determinado momento e depois o mercado altera e passa a ser o Back/Lay a melhor técnica que se pode aplicar.

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